página inicial

página inicial

etiqueta por artista



etiquetas por artistas e gravadoras





shine a light

The Rolling Stones - Shine a Light

Em 1973 eles já fizeram parte da trilha sonora do filme ‘Mean Streets’ (no Brasil ‘Caminhos Perigosos’) com as canções ‘Jumpin' Jack Flash’ e ‘Tell Me’, como em outros filmes também. Martin Scorsese nunca escondeu que é macaco de auditório dos ‘Rolling Stones’. Em ‘Shine a Light’, o cineasta resolveu mostrar a explosão dos ‘Rolling Stones’ nos dois dias de show no ‘Beacon Theatre’ de Nova York em 2006, como parte da turnê ‘A Bigger Bang’, a mesma que levou o grupo à praia de Copacabana (Brasil) no início do mesmo ano. Na relação rock star e fã, a afinidade é impressionante entre a genialidade de Scorsese e a performance de Jagger, parecem feitos um para o outro. A voz de Jagger e sua energia, calculada pelas reboladas, são um crescente no documentário, grandes momentos também do excêntrico Keith Richards, cantando com ou sem guitarra, e Ronnie Wood na guitarra havaiana no country ‘Far Away Eyes'. Sem contar com as participações mais do que especiais do bluseiro Buddy Guy, com sua guitarra de bolinhas pretas, em uma homenagem a Muddy Waters e Christina Aguilera mostrando que sabe quando o assunto é blues ou jazz.

Não se pode rotular ‘Shine a Light’ de monótono, idéia que partiu do próprio Mick Jagger, que sugeriu a Scorsese realizar o documentário. Desafio aceito, mas sem estádios e multidões, e sim um teatro. Os primeiros momentos são de entrevistas, montagem de palco, depois o documentário passa a mostrar o show e capta com perfeição as reboladas afetadas de Jagger, Keith Richards cuspindo o cigarro e até a piscadela do cantor de blues Buddy Guy para Jagger, ou quando é focalizado o rosto do bluseiro, com 71 anos, na introdução instrumental de ‘Champagne & Reefer’ até quando ele solta o seu poderoso timbre grave. Buddy poderia fazer parte dos ‘Rollings Stones’ tal a fantástica sintonia. O documentário é uma prova de que a banda continua forte e fazendo o que gosta, e com o toque especial de Scorsese.


the rolling stones & buddy guy - champagne and reefer


The Rolling Stones - Shine a Light (2008)

Shine a Light (2008)
CD 1    CD 2

Tracklist: CD 1
01. Jumpin' Jack Flash 02. Shattered 03. She Was Hot 04. All Down the Line 05. Loving Cup 06. As Tears Go By 07. Some Girls 08. Just My Imagination 09. Far Away Eyes 10. Champagne & Reefer 11. Tumbling Dice 12. Band introductions 13. You Got the Silver 14. Connection

Tracklist: CD 2
01. Martin Scorsese Intro 02. Sympathy for the Devil 03. Live with Me 04. Start Me Up 05. Brown Sugar 06. (I Can't Get No) Satisfaction 07. Paint It, Black 08. Little T&A 09. I'm Free 10. Shine a Light



Nenhum comentário:

Postar um comentário

fatos & fotos

Fatos & Fotos
Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

enquete



o que você prefere?

blues jazz soul pop rock erudita soundtrack