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jamie cullum

jamie cullum

Sua avó materna é uma refugiada judia vinda da Prússia, e cantava nos clubes noturnos de Berlim. Sempre teve muitas histórias para contar para o garoto Jamie, que ficava fascinado com toda aquela ebulição cultural da Alemanha na época da guerra. Até hoje Jamie considera sua avó, seu ‘ícone cultural’, foi ela que ensinou o gosto pela música, pelos palcos e pelo público. Seu pai, é funcionário do mercado financeiro, e sua mãe, uma secretária. Instrumentista competente e músico de gosto variado, Jamie Cullum nasceu em Essex, na Inglaterra em 1979. Aos 8 anos aprendeu a tocar violão e piano, influenciado por seu irmão Ben que tornou-se músico profissional, e mostrou que tinha um incrível talento musical, e não só para um instrumento; também domina a guitarra e a bateria, além do seu excelente piano.

Na adolescência descobriu o jazz ouvindo Herbie Hancock e Miles Davis e, mais tarde, despertou interesse por cantores como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Enquanto freqüentava a faculdade de letras, Jamie se apresentava em qualquer lugar em que tivesse chance, em pubs, em cruzeiros marítimos ou até em casamentos. Nos anos que se seguiram Jamie se aproximou de outros gêneros como rock, hip-hop, acid jazz e blues, o que formaria sua variada personalidade musical, mas suas raízes estão no jazz, mas um jazz jovem, reinterpretando clássicos do jazz de uma maneira muito pessoal, moderna, contemporânea, mas sem roubar da música sua atmosfera original. Em 1999 lançou o seu primeiro álbum ‘Heard It All Before’ junto com uns amigos. Depois lançou o ‘Pointless Nostalgic’, onde a maior parte das músicas são covers de outros músicos bem conhecidos, entre eles estão, George Gershwin e Thelonious Monk.

Jamie Cullum entrou no templo do jazz mundial de calças curtas e tênis All Star e com dois refinados CDs: ‘Twenty something’ e ‘Catching Tales’. É um dos responsáveis pelo renascimento do jazz no velho continente e concorre com suas companheiras de saias Dianna Krall, Joss Stone e Nora Jones ao posto de maior nome da nova geração jazzística, mas com algo a mais, Cullum arrasa em apresentações ao vivo. Com voz forte, muito mais do que agradável que espanta quem vê apenas sua foto nas capas do CD, ele passeia pelo repertório de Frank Sinatra com muito ritmo, muito suingue e um piano maravilhoso. Ele surpreende pelo improviso e pela capacidade de trazer elementos do jazz anos 50 de Sinatra e King Cole. Um grande artista, infelizmente pouco conhecido por aqui, e que tornou-se um dos líderes na renovação de um estilo tão nobre. O jazz agradece.


jamie cullum - what a difference a day made




jamie cullum - Pointless Nostalgic (2002)

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Pointless Nostalgic (2002)


Tracklist
01. You and the night and the music
02. I can't get started
03. Devil may care
04. You're nobody till somebody loves you
05. Pointless nostalgic
06. In the wee small hours of the morning
07. Well you needn't
08. It aint necessarily so
09. High and dry
10. Too close for comfort
11. A time for love
12. Lookin' good
13. I want to be a popstar

Jamie Cullum – Twentysomething (2003)

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Twentysomething (2003)


Tracklist
01. What a Difference a Day Made
02. These Are The Days
03. Singin' In The Rain
04. Twentysomething
05. But For Now
06. Old Devil Moon
07. I Could Have Danced All Night
08. Blame It On My Youth
09. I Get A Kick Out Of You
10. All At Sea
11. Wind Cries Mary
12. Lover, You Should've Come Over
13. It's About Time
14. Next Year, Baby

jamie cullum - Catching Tales (2005)

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Catching Tales (2005)


Tracklist
01. Get Your Way
02. London Skies
03. Photograph
04. I Only Have Eyes For You
05. Nothing I Do
06. Mind Trick
07. 21st Century Kid
08. I'm Glad There Is You
09. Oh God
10. Catch The Sun
11. 7 Days To Change Your Life
12. Our Day Will Come
13. Back To The Ground
14. Fascinating Rhythm
15. My Yard

Jamie Cullum - The Pursuit (2009)

The Pursuit (2009)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Just One Of Those Things
02. I'm All Over It
03. Rodas
04. If I Ruled The World
05. You And Me Are Gone
06. Don't Stop Ele Music
07. Love Ain't Gonna Let You Down
08. Mixtape
09. I Think I Love
10. Things We Run
11. Not While I'm Around
12. Music Is Through

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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