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ian gillan

'Ian Gillan' é uma das vozes mais marcantes da história do rock. Seu apelido mais famoso é ‘Silver Voice’ e ficou consagrado na banda ‘Deep Purple’, tendo participado em suas diversas formações, incluindo a considerada clássica. Jon Lord e Ritchie Blackmore convidaram-no para substituir Rod Evans como vocalista do 'Deep Purple', após assistirem uma de suas apresentações na 'Episode Six', em 1969. Gillan permaneceu no ‘Deep Purple’ até 1973, em uma das fases mais aclamadas da banda. Ian Gillan nasceu no ano de 1945 em Hounslow, Inglaterra, e começou sua carreira na adolescência, como vocalista de diversas bandas de hard rock inglesas, como: ‘The Sweet’, ‘The Javelins’ e ‘Episode Six’. Seu avô materno, Arthur Watkins, era cantor de ópera profissional, um barítono educado em Milão. A mãe de Gillan, Audrey, ainda é viva e comparece aos shows do filho no Reino Unido; seu pai morreu e Gillan fala sobre a sua morte na música ‘Gunga Din’.

ian gillan bandConsiderado um dos melhores vocalistas do mundo na década de 70, participou da ópera rock ‘Jesus Christ Superstar’ na produção original em 1972, gravando a voz de Jesus Cristo, que posteriormente gerou um musical na Broadway e um longa-metragem. Além de ter tido uma carreira solo entre 1974 e 1982 nas bandas ‘Gillan’ e ‘Ian Gillan Band’ onde uniu o hard e o blues, característicos em sua carreira, à sonoridade emergente do jazz-rock que a cada dia angariava novos fãs e adeptos. Com a ‘Ian Gillan Band’ lançou o primeiro álbum, ‘Child In Time’, em 1976. Em 1977 foram lançados ‘Clear Air Turbulence’ e ‘Scarabus’. Em 1978, após uma troca de vários membros do grupo, o nome da banda foi mudado para simplesmente ‘Gillan’ e são lançados ‘Mr.Universe’ em 1979, ‘Glory Road’ em 1980, ‘Future Shock’ e ‘Double Trouble’ em 1981 e, finalmente, ‘Magic’ em 1982.

ian gillanAlgumas lendas sobre Gillan dão conta de que ele usava calças apertadas para potencializar os gritos de ‘Child in Time’, e que cantava nu em estúdio, durante as gravações, para se sentir à vontade, viria daí o apelido ‘Naked Thunder’, citado na música ‘Hungry Daze’, do disco ‘Perfect Strangers’. No final de 82, Ian Gillan encerrou as atividades da banda, anunciando sua união ao Black Sabbath gravando o disco ‘Born Again’. Dos membros que deixaram o ‘Deep Purple’, e que tiveram suas próprias bandas, Gillan foi o que teve a carreira menos gloriosa, se comparado ao ‘Rainbow’ de Ricthie Blackmore e o ‘Whitesnake’ de David Coverdale. O ‘Silver Voice’ chegou aos dias atuais, sem precisar se entregar aos modismos e à ganância financeira.


ian gillan - better days




Scarabus’ (1977) é um álbum com fortes influências de jazz-rock, talvez um dos melhores trabalhos solo de Ian Gillan gravado com Colin Towns (teclados), John Gustafson (baixo), Ray Fenwick (guitarra) e Mark Nauseef (bateria).

Ian Gillan Band – Scarabus (1977)

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Scarabus (1977)


Tracklist
01. Scarabus
02. Twin Exhausted
03. Poor Boy Hero
04. Mercury High
05. Pre-Release
06. Slages to Bitches
07. Apathy
08. Mad Elaine
09. Country Lights
10. Fool's Mate
11. My Baby Loves Me

‘Mr. Universe’ voltado para o hard rock é o primeiro álbum lançado com a formação clássica da banda, Bernie Tormé , na guitarra, Jonh Mccoy no baixo, Colin Towns nos teclados e Mick Underworld velho amigo de Gillan, desde o Episode Six, sua 1ª banda, na bateria. Este CD contém como bônus cinco músicas extraídas de apresentações da banda no ‘Reading Festival’ nos anos de 80 e 81, e uma versão de ‘Lucille’ na BBC de Londres

ian gillan band - Mr. Universe (1979)

Mr. Universe (1979)

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parte I    parte II

Tracklist
01 - Second Sight
02 - Secret Of The Dance
03 - She Tears Me Down
04 - Roller
05 - Mr. Universe
06 - Vengeance
07 - Puget Sound
08 - Dead Of Night
09 - Message In A Bottle
10 - Fighting Man

Bonus Track
11 - On The Rocks (Live)
12 - Bite The Bullet (Live)
13 - Mr. Universe
14 - Vengeance
15 - Smoke On The Water (Live)
16 - Lucille

‘Gillan’s Inn’ com participações de Joe Elliot (Def Leppard), Tony Iommi (Black Sabbath), Joe Satriani, Janick Gers (Iron Maiden), Uli Jon Roth (Scorpions), Ronnie James Dio e outros, é uma retrospectiva da carreira que comemora os mais de 40 anos de carreira de Ian Gillan.

ian gillan - Gillan’s Inn (2006)

Gillan’s Inn (2006)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Unchain Your Brain - Joe Satriani (guitar), Michael Lee (drums)
02. Bluesy Blue Sea - Jamick Gers (guitar), Michael Lee (drums)
03. A Day Late N A Dollar Short - Uli Jon Roth (guitar), Ronnie James Dio (vocals)
04. Hang Me Out To Dry - Joe Satriani (guitar), Michael Lee (drums)
05. Men Of War - Steve Morse (guitar), John Rzeznik (guitar)
06. When A Blind Man Cries - Jeff Healy (guitar), Jon Lord (organ)
07. Sugar Plum - Roger Glover (bass), Ian Paice (drums)
08. Trashed - Tony Iommi (guitar), Roger Glover (bass), Ian Paice (drums)
09. No Worries
10. Smoke On The Water - Steve Morse (guitar), John Rzeznik (guitar), Jon Lord (organ), Ian Paice (drums)
11. No Laughing In Heaven - Roger Glover (bass), Ian Paice (drums)
12. Speed King - Joe Satriani (guitar), Michael Lee (drums)
13. Loving On Borrowed Time - Steve Morse (guitar), Uli Jon Roth (guitar)
14. I’ll Be Your Baby Tonight - Joe Elliott (vocals)

‘One Eye to Morocco’ foi gravado no Canadá em 2009 e é o primeiro trabalho de inéditas de Ian Gillan em 10 anos. Neste álbum ele mostra mais a sua faceta blues e folk do que apenas hard-rock, há espaço para saxofones e cordas, instrumentos proibidos para uma banda pesada como ‘Deep Purple’.

ian gillan - One Eye to Marroco (2009)

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One Eye to Marroco (2009)


Tracklist
01. One Eye To Morocco
02. No Lotion For That
03. Don't Stop
04. Change My Ways
05. Girl Goes To Show
06. Better Days
07. Deal With It
08. Ultimate Groove
09. Sky Is Falling
10. Texas State Of Mind
11. It Would Be Nice
12. Always The Traveller

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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