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queensrÿche

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Em 1979, a banda ‘Joker’ dá início ao ‘Queensrÿche’, banda de rock progressivo formada em 1981 próximo a Seatle, Washington pelo guitarrista Michael Wilton com alguns amigos do colégio. Michael Wilton era um vocalista clone de David Lee Roth e a banda ‘Joker’ não tinha nenhuma composição própria, apenas covers de bandas como ‘Judas Priest’, ‘Scorpions’ e ‘Van Halen’. Michael Wilton era mais conhecido pelas suas habilidades em três esportes tipicamente americanos: o baseball, o basquete e o futebol americano. Com a entrada do guitarrista Chris DeGarmo a banda resolve entrar em um concurso local. Foi eliminada na primeira etapa. ‘High Roller’ outra banda local e eliminada no mesmo concurso foi desfeita e seu guitarrista solo, Jeff Olson, vindo de uma família rica e, por isso, com um excelente equipamento ficou sem banda, ao mesmo tempo, Chris DeGarmo tinha que pedir amplificadores emprestados para poder tocar, situação que irritava o vocalista Michael Wilton, estrela do grupo ‘Joker’. Conclusão: DeGarmo estava fora. Cansado dos estrelismos do vocalista Michael Wilton, o baterista do ‘Joker’ também sai da banda e esta deixa de existir.

queensrÿche - michael wilton chris degarmo and geoff tateMichael Wilton aproveita para estudar em colégios de música e montar mais uma banda, o ‘Cross + Fire’, ao lado do baterista Scott Rockenfield que conhecera e que tinha a mesma paixão de Wilton, uma nova descoberta inglesa chamada ‘Iron Maiden’. Completando o time, estava novamente Chris DeGarmo e Mark Hovland. Sendo assim, o Cross + Fire tocava nos clubes locais covers do ‘Iron Maiden’ e do ‘Krokus’. Nada entusiasmado em relação ao ‘Iron Maiden’ como os outros, Mark Hovland sai e a banda fica sem o seu baixista e vocalista. O problema foi resolvido com a entrada do baixista Eddie Jackson. O ano era 1981, e inspirados pelo mais recente álbum do ‘Black Sabbath’, resolvem mudar o nome de ‘Cross + Fire’ para ‘The Mob’. Só faltava um vocalista e Geoff Tate foi convidado.

Em 1983 Geoff Tate, Chris DeGarmo, Michael Winton, Scott Rockenfield e Eddie Jackson entraram no estúdio para gravar apenas quatro músicas. A música ‘Queen of the Reich’, primeira da demo com relativo sucesso local, fez com que a banda se chamasse ‘Queensrÿche’, e assim deu o primeiro grande passo para o sucesso e o prestígio que hoje ostenta. Em 1998, Chris DeGarmo deixou a banda e foi substituído por Mike Stone. Esse quinteto norte-americano foi pioneiro em aliar a música progressiva de bandas como ‘Yes’, ‘Genesis’ e ‘Pink Floyd’ ao thrash metal e ao hard rock.

queensrÿche - I dream in infrared



the best of queensrÿche – sign of the time (2007)

The Best Of Queensrÿche – Sign of the Time (2007)

download: CD 1
parte I    parte II

download: CD 2
parte I    parte II

Tracklist CD 1
01. Queen of the Reich
02. Warning
03. Walk in the Shadows
04. Take Hold of the Flame
05. The Lady Wore Black
06. I Don´t Believe in Love
07. Eyes of a Stranger
08. Silent Lucidity
09. Bridge
10. Jet City Woman
11. Another Rainy Night (Without You)
12. Sign of the Times
13. I Am I
14. Real World
15. Some People Fly
16. Until There Was You
17. All the Promises

Tracklist CD 2
01. Take Hold of the Flame
02. Walk in the Shadows
03. Before the Storm
04. Waiting for the Kill
05. No Sanctuary
06. Prophecy
07. I Dream in Infrared
08. Dirty Lil Secret
09. Last Time in Paris
10. Scarborough Fair
11. Della Brown
12. Someone Else?
13. Silent Lucidity [Live]
14. Chasing Blue Sky
15. Justified

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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