página inicial

página inicial

etiqueta por artista



etiquetas por artistas e gravadoras





grace jones

grace jones

Modelo de alta-costura em Nova Iorque e Paris, nos anos 70, foi apadrinhada pelo artista pop Andy Warhol que a colocou nos palcos do famoso ‘Studio 54’ e a transformou em diva máxima da ‘discotheque’ de New York, onde se apresentava cercada de homens musculosos devidamente acorrentados por ela. Não contente, ela própria entrava numa jaula e bancava a pantera negra. Conhecida por sua personalidade excêntrica essa é Grace Jones, nascida como Grace Mendoza na Jamaica e radicada nos Estados Unidos. Antes de se tornar uma modelo de sucesso em Nova Iorque e Paris, Grace estudou teatro na Universidade Syracuse no estado de Nova Iorque. Miss Jones é uma cantora contralto e domina algumas técnicas de soprano. São duas as formas de cantar que predominam em seu trabalho: o monótono canto-falado como nas canções ‘Private Life’ e ‘Walking In The Rain’, e o modo quase soprano como em ‘La Vie En Rose’ e ‘Slave To The Rhythm’. Além de ser dona de vocais fortes, autoritários e hipnóticos, Jones também toca acordeão.

grace jonesAltamente estilizada em 1977 estourou com vários hits disco/dance que lhe renderam uma enorme resposta positiva do público gay e a transformaram em musa de Andy Warhol, que a fotografou em incontáveis ensaios. No final da década, Grace adaptou-se à emergente música ‘new wave’, paralelamente a essa mudança musical, mudou de visual que foi criado em parceria com o estilista Jean-Paul Goude, com quem ela teve um filho mais tarde. Adotou um visual severo e andrógino, com um corte de cabelo em formato quadrado, que seria usado em seguida por muitos negros da América na próxima década, e roupas angulares e acolchoadas. Goude usava e abusava dos contrastes raciais e sexuais, transformando a imagem de Grace em algo mais poderoso ainda. Até hoje, é conhecida por esse seu visual singular quanto pela sua música. Com presença marcante, nos anos 80 se tornou uma das mais populares cantoras pop, misturando reggae, rock e música eletrônica.

O visual agressivo e masculinizado de Grace é uma das marcas registradas dos anos 80, tendo ao lado artistas como Annie Lennox e Boy George, ela foi uma clara influência para o movimento ‘power dressing'. Embora seu último álbum de estúdio tenha saído em 1989, Grace Jones nunca deixou de se apresentar ao vivo por aí. Ela prefere seguir o estilo underground em seus shows, sem grandes divulgações. Também fez sucesso como atriz. O trabalho de Jones em filmes começou com o papel de Zula, uma amazona no filme ‘Conan’ (1984), ao lado de Arnold Schwarzenegger. Em seguida ela fez o papel de May Day, no filme 007 ‘A View To A Kill’ (1985). Interpretações que lhe renderam uma indicação como melhor atriz coadjuvante. A diva black, hoje sexagenária, está de volta na onda dos artistas dos anos 80 que resolveram ressuscitar de uma hora para outra. Recentemente arrasou em festival inglês.

grace jones - vie en rose




Grace Jones – The Ultimate Collection (2006)

Grace Jones – The Ultimate Collection (2006)

download: CD 1
parte I    parte II

download: CD 2
parte I    parte II

download: CD 3
parte I    parte II

Tracklist CD 1
01. Vie en Rose
02. Send in the Clowns
03. I Need a Man
04. Do or Die
05. All on a Summer's Night
06. Fame
07. Am I Ever Gonna Fall in Love in New York City
08. Don't Mess with the Messer
09. Sinning
10. Saved
11. Private Life
12. Love Is the Drug
13. Warm Leatherette

Tracklist CD 2
01. Hunter Gets Captured by the Game
02. I've Seen That Face Before
03. Pull Up to the Bumper
04. Nightclubbing
05. Walking in the Rain
06. Demolition Man
07. Nipple to the Bottle
08. Apple Stretching
09. Inspiration
10. My Jamaican Guy
11. Slave to the Rhythm
12. I'm Not Perfect (But I'm Perfect for You)
13. Victor Should Have Been a Jazz Musician
14. Love on Top of Love

Tracklist CD 2
01. Pars [Long Version]
02. Private Life [Dub Version]
03. Use Me [Long Version]
04. She's Lost Control [Long Version]
05. Nipple to the Bottle [12" Version]
06. My Jamaican Guy [12" Version]
07. Ring of Fire
08. Man Around the House
09. Living My Life
10. Slave to the Rhythm [Hot Blooded Version]
11. Sex Drive

Nenhum comentário:

Postar um comentário

fatos & fotos

Fatos & Fotos
Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

enquete



o que você prefere?

blues jazz soul pop rock erudita soundtrack