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diane schuur

Diane Schuur

Cega de nascença, por causa de excesso de oxigênio em sua incubadora que danificou o nervo óptico, Diane Schuur descobriu o jazz pelas mãos do pai pianista e da mãe, ouvinte de Duke Ellington e Dinah Washington. Desde seus quatro anos Deedles, como é carinhosamente chamada pelos amigos, sabia a maioria das músicas de Dinah. Brilhante pianista e vocalista, Diane construiu sua carreira amando o jazz que seus pais ouviam e a música pop de sua juventude dos anos cinqüenta e sessenta. Autodidata, descobriu em sua voz a ligação com o mundo. Apareceu tocando em público aos dez anos e a escrever suas próprias músicas aos dezesseis. Continua a encantar onde quer se apresente desde os anos 60. É considerada pelos críticos como uma das mais novas damas do jazz, e não raro é comparada a grandes nomes como Ella Fitzgerald e Sarah Vaughan. Seu estilo ao mesmo tempo suave e intenso faz dela uma das favoritas nos festivais de jazz de todo o mundo. Nascida em 1953 em Seattle, Dianne cresceu na cidade vizinha de Auburn. Sua carreira começou realmente em 1979, quando se apresentou para Doc Severin, em Seattle. Naquela época, o baterista Ed Shaughnessy do programa ‘The Tonight Show’ estava procurando uma cantora para sua big band que iria tocar no Festival de Jazz de Monterey. Apresentada ao público por Dizzy Gilespie a jovem cantora chamou a atenção do saxofonista Stan Getz enquanto cantava ‘Amazing Grace’. Começaram a trabalhar juntos e Getz a convidou para se apresentar junto a ele na Casa Branca em 1982 e Nancy Reagan a convidou outra vez em 1984. Estas apresentações junto a Getz ajudaram Diane a conseguir um contrato com uma gravadora. Nos 12 álbuns gravados, Dianne ganhou dois Grammys, um em 1986 e o outro em 1987, álbum em que Diane Schuur conta com o acompanhamento da lendária ‘Count Basie Orchestra’, numa parceria que lhe rendeu o Grammy de melhor cantora de jazz.

diane schuur & bb king - I can't stop loving you




Diane Schuur Collection (1989)

Diane Schuur Collection (1989)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Love Dance
02. Easy To Love
03. By Design
04. The Very Thought Of You
05. Caught A Touch Of Your Love
06. How Long Has This Been Going On?
07. Louisana Sunday Afternoon
08. Come Rain Or Come Shine
09. Sure Thing
10. Teach Me Tonight
11. Funny (But I Still Love You)
12. I’ll Close My Eyes

The Best Of Diane Schuur (1997)

The Best of Diane Schuur (1997)

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parte I    parte II

Tracklist
01. All Right, OK, You Win (I'm In Love With You)
02. Try A Little Tenderness
03. Them There Eyes
04. Sunday Kind of Love
05. Speak Low
06. Deed I Do
07. At Last
08. A Time for Love
09. Blue Gardenia
10. New York State of Mind
11. 'Round Midnight
12. Stormy Monday Blues
13. Deedles' Blues

diane schuur & bb king - heart to heart (1994)

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Diane Schuur & B. B. King - Heart To Heart (1994)


Tracklist
01. No One Ever Tells You
02. I Can't Stop Loving You
03. You Don't Know Me
04. It Had To Be You
05. I'm Putting All My Eggs In One Basket
06. Glory Of Love
07. Try A Little Tenderness
08. Sprit In The Dark
09. Freedom
10. At Last

Diane Schuur – Blues for Schuur (1997)

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Blues for Schuur (1997)


Tracklist
01. I’m Not Ashamed To Sing The Blues
02. When Did You Leave Heaven?
03. Stormy Monday Blues
04. These Blues
05. Moonlight & Shadows
06. All Right, O.K., You Win {I’m in love with you}
07. Who Will The Next Fool Be?
08. Save Your Love For Me
09. Someone To Love
10. Toodle Loo On Down
11. You’ve Got To Hurt Before You Heal
12. I Want To Go Home

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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