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Mccoy Tyner

McCoy Tyner nasceu e cresceu na Filadélfia e já na adolescência, encorajado pela mãe, que também era pianista, liderava grupos de jazz tocando em barzinhos. Estudou piano de maneira sistemática por vários anos e no início da carreira, deixou-se influenciar por Thelonious Monk, Art Tatum e seu ídolo Bud Powell, porém logo desenvolveu um estilo próprio. Com uma carreira de mais de 50 anos, ainda adolescente, em 1960, ficou famoso como companheiro de John Coltrane, como integrante do mítico quarteto. O encontro com Coltrane ocorreu aos 17 anos, quando Tyner tocava num clube de Filadélfia e o saxofonista integrava a banda de Miles Davis. O entrosamento entre os dois foi tão grande que, quando o saxofonista abandonou o grupo de Miles para fundar o seu, em 1960, chamou McCoy Tyner para acompanhá-lo, iniciando uma colaboração que se prolongou até 1965.

McCoy começou a carreira solo, ainda estando com Coltrane, com o álbum ‘The Real McCoy’, considerado um dos melhores do seu tempo. E mesmo após deixar o inesquecível quarteto seu prestígio continuou crescendo. Seu estilo se tornou talvez mais extrovertido, mais desenvolto. Desde então, Tyner tem trabalhado regularmente em formações variadas, nomeadamente quarteto, big band ou trio. A marca registrada de Tyner é o uso magistral dos acordes, principalmente da mão esquerda. À medida que a música se encaminha para seu clímax, Tyner, ao contrário de muitos pianistas, não começa com um frenesi de notas rápidas, essa é outra característica sua. No seu currículo contam quatro Grammys (1992, 1994, 1995 e 2004), cerca de 80 álbuns editados e uma distinção de ‘Jazz Master’, atribuída pela ‘National Endowment for the Arts’.

mccoy tyner - blue monk




McCoy Tyner - Nights of Ballads & Blues (1963)

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Nights of Ballads and Blues (1963)


McCoy Tyner (piano)
Steve Davis (bass)
Lex Humphries (drums)

Tracklist
01. Satin Doll
02. We'll Be Together Again
03. Round Midnight
04. For Heaven's Sake
05. Star Eyes
06. Blue Monk
07. Groove Waltz
08. Days of Wine And Roses

Mccoy Tyner - The Real McCoy (1967)

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The Real McCoy (1967)


McCoy Tyner (piano)
Ron Carter (bass)
Elvin Jones (drums)
Joe Henderson (sax)

Tracklist
01. Passion Dance
02. Contemplation
03. Four by Five
04. Search for Peace
05. Blues on The Corner

McCoy Tyner & Carlos Santana (1983)

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McCoy Tyner & Carlos Santana (1983)

Live at the Kool Jazz Festival, San Francisco

McCoy Tyner (piano)
Carlos Santana (guitar)
John Blake (violin)
John Lee (bass)
Wally Fletcher (drums)
Armando Peraza (percussion)
Orestes Vilato (percussion)

Tracklist
01. Untitled
02. Band intro
03. Prelude To A Kiss
04. Uncle Bubba
05. Santana intro
06. Senor Carlos
07. Hannibal
08. Brotherhood

McCoy Tyner - Quartet (2007)

Quartet (2007)
McCoy Tyner (piano)

Joe Lovano (tenor)
Christian McBride (bass)
Jeff “Tain” Watts (drums)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Walk Spirit, Talk Spirit
02. Mellow Minor
03. Sama Layuca
04. Passion Dance
05. Search For Peace
06. Blues On The Corner
07. For All We Know

McCoy Tyner - Guitars (2008)

Guitars (2008)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Improvisation 2 (with Marc Ribot)
02. Passion Dance (with Marc Ribot)
03. 500 Miles (with Marc Ribot)
04. Mr. P.C. (with John Scofield)
05. Blues On The Corner (with John Scofield)
06. Improvisation 1 (with Marc Ribot)
07. Trade Winds (with Bela Fleck)
08. Amberjack (with Bela Fleck)
09. My Favorite Things (with Bela Fleck)
10. Slapback Blues (with Derek Trucks)
11. Greensleeves (with Derek Trucks)
12. Contemplation (with Bill Frisell)
13. Boubacar (with Bill Frisell)
14. Baba Drame (with Bill Frisell)

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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