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herbie hancock

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Autor de duas das composições de jazz mais populares da história, ‘Watermelon Man’ do seu primeiro álbum e ‘Cantaloupe Island’, foi com espanto que Herbie Hancock recebeu o prêmio mais importante do Grammy 2008: o álbum do ano com ‘River: The Joni Letters’. Afinal desde 1964, quando o saxofonista Stan Getz levou o mesmo prêmio pelo clássico ‘Getz/Gilberto’, os músicos de jazz nunca mais tinham conseguido vencer os da música pop. Trabalhando sobre os temas da canadense Joni Mitchell, uma das mais importantes compositoras da folk music; contando com contribuições de divas do jazz e do pop e mesmo apoiado por instrumentistas de primeira linha - Wayne Shorter no sax tenor e soprano, Dave Holland no baixo, Vinnie Colaiuta na bateria e a revelação do jazz desta década Lionel Loueke na guitarra - para muitos críticos, o álbum é medíocre, tanto quanto o fraco ‘Possibilities’ de 2005.

Pianista, tecladista e compositor de jazz, nascido em Chicago, Herbert Jeffrey Hancock, juntamente com Chick Corea e Keith Jarrett formam o triunvirato dos pianistas mais influentes. Quando iniciou a sua carreira profissional no início dos anos 1960, entregou-se a um único estilo de jazz até conhecer o trompetista Miles Davis, de lá para cá, influenciado por quase todas as tendências musicais da segunda metade do século XX, excetuando-se o free jazz, tocou praticamente todos os estilos que surgiram após o ‘jazz bebop’, considerado um marco do começo do jazz moderno. Tendo estudado engenharia, Hancock foi sempre bem preparado para a era da eletrônica: ele foi um dos primeiros professores no piano elétrico Rhodes e Hohner Clavinet. Mas o piano sempre foi o seu instrumento preferido que aprendeu a tocar aos sete anos de idade e logo se tornou um prodígio, tocando sozinho o primeiro movimento de um concerto para piano de Wolfgang Amadeus Mozart com a Orquestra Sinfônica de Chicago. Depois de estudar na faculdade de Grinnell, ouvindo Oscar Peterson e Bill Evans, Hancock foi convidado em 1961, pelo seu descobridor Donald Byrd, a se juntar ao seu grupo em Nova York, mais tarde, a Blue Note lhe ofereceu um contrato único.

Em 1963, Miles Davis pediu-lhe para fazer parte do famoso quinteto do qual participaram também Ron Carter, Tony Williams e Wayne Shorter. Herbie ficou por cinco anos, influenciou e foi influenciado pela música ousada e agradável de Davis, com raízes acentuadas no blues. Durante esse tempo a sua carreira solo prosseguiu, com a gravação de quatro composições sofisticadas: ‘Maiden Voyage’, ‘Cantaloupe Island’ e 'Speak Like a Child’. Compôs também a trilha sonora para o filme ‘Blow Up’ de Michelangelo Antonioni, que lhe abriu as portas para colaborações futuras com o mundo do cinema. Em 1968 ele deixou Miles Davis e formou um sexteto que gravou o álbum ‘Fat Albert Rotunda’, que causou sensação ao avançar para o funk, criando assim a sua própria visão vanguardista. Em 1970, acrescentou ao seu nome, como muitos músicos de jazz, o seu nome africano: Mwandishi. Ele dissolveu a sua banda em 1973 e, depois de estudar o budismo, decidiu que o seu objetivo era fazer o seu público feliz. Formou um grupo de funk e gravou o álbum ‘Head Hunters’ com sintetizadores e sons elétricos. Em 1978 gravou com Chick Corea o celebrado e um dos mais belos trabalhos de duo ao piano: ‘An Evening With Herbie Hancock and Chick Corea: Live’. Hancock continuou sua carreira alternando o jazz funk com o jazz acústico moderno, fez trilhas para filmes como ‘Round Midnight’, de Bertrand Tavernier; aproximou-se do pop, do R&B e da música africana e continuou a tocar em festivais e turnês com os irmãos Marsalis, com George Benson, Michael Brecker e muitos outros.

herbie hancock - the sorcerer


herbie hancock with tina turner - edith and the kingpin



herbie hancock - the essential (2006)

The Essential (2006)

download: CD 1
parte I    parte II

download: CD 2
parte I    parte II

Tracklist CD 1
01. Watermelon Man
02. Round Midnight
03. Cantaloupe Island
04. Maiden Voyage
05. Circle
06. The Sorcerer
07. Tell Me a Bedtime Story
08. Hidden Shadows
09. Chameleon
10. Joanna's Theme

Tracklist CD 2
01. Butterfly
02. People Music
03. Milestones
04. 4 Am
05. Come Running To Me
06. Finger Painting
07. Stars In Your Eyes
08. Rockit
09. St. Louis Blues
10. Manhattan

herbie hancock - river: the joni letters (2007)

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River: The Joni Letters (2007)


Tracklist
01. Court and Spark - featuring Norah Jones
02. Edith and the Kingpin - featuring Tina Turner
03. Both Sides Now
04. River - featuring Corinne Bailey Rae
05. Sweet Bird
06. Tea Leaf Prophecy - featuring Joni Mitchell
07. Solitude
08. Amelia - featuring Luciana Souza
09. Nefertiti
10. The Jungle Line - featuring Leonard Cohen

herbie hancock - Then and Now: The Definitive Herbie Hancock (2008)

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Then and Now: The Definitive Herbie Hancock (2008)


Tracklist
01. Maiden Voyage
02. Cantaloupe Island
03. Wiggle Waggle
04. Chameleon
05. St. Louis Blues with special guest Stevie Wonder
06. Chan's Song (Never Said)
07. River featuring Corinne Bailey Rae
08. Don't Explain featuring Damien Rice and Lisa Hannigan
09. All Apologies
10. Watermelon Man
11. Rockit (live)

Bonus Track
12. River (live) featuring Joni Mitchell

Evening with Herbie Hancock & Chick Corea (Live) (1992)

Evening with Herbie Hancock & Chick Corea (Live) (1992)

download:
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Someday My Prince Will Come
02. Liza (All The Clouds'll Roll Away)
03. Button Up

Tracklist CD 2
01. Introduction of Herbie Hancock by Chick Corea
02. February Moment
03. Maiden Voyage
04. La Fiesta

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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