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easy rider

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easy rider movieNo dia 29 de maio, o cinema se despediu do rebelde Dennis Hopper. Após anos de uma carreira tímida, Hopper uniu-se a Peter Fonda e Jack Nicholson, em 1969, no clássico da contracultura ‘Easy Rider’. Produzido e dirigido por ele e Peter Fonda, dois iconoclastas de Hollywood, com menos de meio milhão de dólares, ‘Easy Rider’ abalou a indústria cinematográfica quando arrecadou mais de 19 milhões de dólares; e foi um dos responsáveis pela chamada ‘era dos diretores’ em Hollywood, e marcou uma geração quando surgiram cineastas como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, William Friedkin e Peter Bogdanovich. Ele também influenciou os estúdios de Hollywood a bancarem filmes de baixo orçamento e temas sociais. Lançado no ano do concerto de Woodstock, ‘Easy Rider’ traduziu a paisagem dos EUA numa época de consolidação do movimento hippie e do uso exagerado de drogas ao mostrar dois motociclistas: Wyatt ou 'Capitão América' (Peter Fonda) e Billy (Dennis Hopper), nomes que sugerem os dois bandidos memoráveis do western Wyatt Earp e Billy the Kid, depois de contrabandearem drogas do México para Los Angeles e com o dinheiro da venda do produto armazenado em mangueiras dentro dos tanques de gasolina, e acompanhados por um advogado alcoólatra (Jack Nicholson) viajam através do sudoeste americano em busca de liberdade, ou a ilusão da liberdade na tentativa de chegar em Nova Orleans, na Luisiana, em tempo para o Mardi Gras, festa carnavalesca que ocorre todo o ano em Nova Orleans, conhecido por suas máscaras de gesso, colares de continhas e paradas com bandinhas. O Mardi Gras começou em Louisiana, feito pelos colonizadores franceses.

‘Easy Rider’ continua a ser um marco cinematográfico, sobretudo como um interessante documento histórico e cultural. Ele reflete os valores sexuais e sociais da contracultura americana do período: os protagonistas são desajustados sociais e bandidos em meio a paranóia, a intolerância e a violência, temas apropriados dadas as divisões ideológicas dos Estados Unidos no final dos anos 1960, e um ano depois dos assassinatos trágicos de Robert Kennedy e Martin Luther King, a guerra do Vietname e da eleição de Nixon. ‘Easy Rider’ combina trajes tradicionais, símbolos patrióticos com emblemas da solidão, da criminalidade e da alienação. Wyatt veste-se adornado com a bandeira americana, enquanto Billy se veste com calças e camisa ao estilo dos nativos americanos. ‘Easy Rider’ funde o passado e o presente, a viagem é feita em motocicletas ao invés de cavalos. A liberdade é representada pela estrada e é acompanhada pela música de Jimi Hendrix, The Byrds, Steppenwolf, The Band, Bob Dylan, Roger McGuinn, entre outros. É realmente a trilha sonora de uma cultura. Em 1998, o ‘American Film Institute’ incluiu ‘Easy Rider’ na lista dos 100 melhores filmes de todos os tempos.

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steppenwolf - born to be wild



soundtrack - easy rider (1969)
Easy Rider (1969)


Tracklist
01. The Pusher - Steppenwolf
02. Born To Be Wild - Steppenwolf
03. The Weight - Smith
04. Wasn't Born To Follow - The Byrds
05. If You Want To Be a Bird - The Holy Modal Rounders
06. Don't Bogart Me (aka Don't Bogart That Joint) - Fraternity Of Man
07. If Six Was Nine - The Jimi Hendrix Experience
08. Kyrie Eleison-Mardi Gras (When The Saints) - The Electric Prunes
09. It's Alright Ma (I'm Only Bleeding) - Roger McGuinn
10. Ballad of Easy Rider - Roger McGuinn

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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