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jazz ballads: 11-12

Jazz Ballads 11: Lionel Hampton
Jazz Ballads 12: Billie Holiday

Lionel HamptonLionel Hampton é considerado como o primeiro vibrafonista do jazz, também tocou piano, bateria, percussão e foi compositor e líder de bandas. Inicialmente ele foi baterista em Chicago, e depois vibrafonista na Califórnia, na década de 30. O vibrafone é um instrumento musical inventado no século XX. É composto de diversas teclas de metal com altura definida, montadas em um suporte sobre tubos que servem para amplificar seu som e também agem como ressonadores. É utilizado principalmente no jazz, aparecendo também em diversos outros gêneros populares e também na música erudita. Lionel Hampton começou a sua carreira profissional em Los Angeles com 16 anos e a história diz que Hampton pela primeira vez tocou o vibrafone, um xilofone amplificado com vibrato, em 1930 com Louis Armstrong em ‘Memories of You’ que se tornou um hit. E tocou com os grandes nomes do jazz desde Benny Goodman e Buddy Rich, a Charlie Parker e Quincy Jones. Hampton organizou sua própria big band em 1940 e tornou-se famoso por seus shows ao vivo e com o compromisso de divulgar o jazz em todo o mundo. Tocou com bandas menores após 1965, com sucesso contínuo, até a sua saúde começar a decair na década de 90. O rítmo e a empolgação da banda de Hampton destacaram seu carisma e virtuosismo extrovertido. Ele se tornou um dos progenitores do rhythm and blues.

Billie HolidayBillie Holiday foi uma das primeiras e maiores cantoras de jazz norte-americano, conhecida por sua voz melancólica e conturbada vida pessoal. Como muitos músicos de jazz, Billie Holiday começou sua carreira em prostíbulos e depois em clubes do Harlem ainda adolescente. Após um período de aprendizagem em ‘jam sessions’ gravou pela primeira vez com Benny Goodman, em 1933. Ela foi sensação no famoso clube ‘The Apollo’ em Nova York e cantou com a banda de Artie Shaw e Count Basie, entre outros. Nesta época oi apelidada de ‘Lady Day’ pelo saxtenorista Lester Young , com quem muitas vezes gravou e teve uma colaboração particularmente criativa. Na década de 1940 ela começou a usar heroína e ópio, e seus últimos anos foram marcados por seu declínio na saúde e deterioração de sua voz como resultado da bebida e das drogas, embora sua expressividade tenha se mantido intacta. Considerada por muitos a maior de todas as cantoras do jazz, foi acima de tudo uma intérprete. Com uma voz etérea e levemente rouca, era insuperável cantando baladas. Suas interpretações eram elegantes e despojadas, e, no entanto, conseguiam transmitir grande dramaticidade. Ela se tornou uma das figuras mais importantes na história do jazz e desde sua morte, um ícone.

blue turning grey over me
(billie holiday)




Jazz Ballads 11: Lionel Hampton
CD 1
01. The Nearness Of You
02. April In Paris
03. Stardust
04. This Can’t Be Love
05. Willow Weep For Me
06. I Can’t Get Started
07. Moonglow

CD 2
01. These Foolish Things
02. On The Sunny Side Of The Street
03. Midnight Sun
04. Tenderly
05. But Beautiful
06. A Foggy Day
07. Our Love Is Here To Stay
08. Body And Soul

Jazz Ballads 12: Billie Holiday
CD 1
01. Lover Man (Oh Where Can You Be)
02. No More
03. Don’t Explain
04. You Better Go Now
05. What Is This Thing Called Love
06. Baby, I Don’t Cry Over You
07. I’ll Look Around
08. You’re My Thrill
09. Crazy He Calls Me
10. Please Tell Me Now
11. Somebody’s On My M Ind
12. East Of The Sun
13. Blue Moon
14. You Go To My Head
15. You Turned The Tables On Me
16. Easy To Love
17. These Foolish Things
18. Solitude
19. My Man
20. Stormy Weather
21. Yesterdays
22. He’s Funny That Way

CD 2
01. That Ole Devil Called Love
02. Body And Soul
03. Good Morning Heartache
04. No Good Man
05. Big Stuff
06. The Man I Love
07. There Is No Greter Love
08. Easy Living
09. I Loves You Porgy
10. God Bless The Child
11. Blue Turning Grey Over Me
12. Detour Ahead
13. Everything I Have Is Yours
14. Love For Sale
15. Moonglow
16. Tenderly
17. If The Moon Turns Green
18. Autumn In New York
19. Love Me Or Leave Me
20. P.S. I Love You
21. Softly
22. I Thought About You
23. Willow Weep For Me



Jazz Ballads 11:
Lionel Hampton


CD 1    CD 2

Jazz Ballads 11: Lionel Hampton

Jazz Ballads 12:
Billie Holiday


CD 1    CD 2

Jazz Ballads 12: Billie Holiday



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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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