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betty blue

betty blue movie‘Betty Blue’, como ficou conhecido, é um drama erótico, sombrio, assustador e cheio de violência ou sexo. De 1986, ‘Bety Blue’ foi um grande sucesso, recebeu vários prêmios internacionais, incluindo uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro e imortalizou o seu diretor, o francês Jean-Jacques Beineix. Seu título original é ’37,2° Le Matin’. 37,2°C ou 99ºF é a temperatura normal de uma mulher grávida pela manhã. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor francês Philippe Djian que escreve com humor irônico, em um cenário não identificado, sobre a intimidade pessoal e sexual de desajustados como Betty Blue (Béatrice Dalle), uma mulher encantadora, com um transtorno de humor grave, mentalmente desequilibrada e agressiva sexualmente que conquista o amor de Zorg (Jean-Hugues Anglade). Amantes apaixonados vivem em um barraco na praia. Ele faz vários serviços braçais para pagar as contas. Ela deixou seu último emprego como garçonete, porque estava sendo assediada sexualmente por seu chefe. Depois de uma semana de apaixonado relacionamento, durante uma briga desagradável, Betty acidentalmente descobre uma série de cadernos que contêm um romance que Zorg escreveu anos atrás. E ela toma para si a missão de publicá-lo enquanto a devoção à Zorg torna-se uma destrutiva relação obsessiva.

Combinando suspense, comédia, erotismo e ironia, Jean-Jacques Beineix molda a realidade ao seu gosto, tornando-a mais bizarra em um mundo de malucos. E Betty pode ser nada mais do que uma invenção da mente imaginativa de Zorg, uma personagem do romance que está escrevendo para recuperar algum sentido de estar vivo. E Betty, ferozmente independente, completa Zorg em todos os sentidos. Com 20 anos de idade, é apaixonada por tudo, mas ainda é uma criança, faz birras quando as coisas não saem do seu jeito e quando explode em raiva intensa por não alcançar os resultados desejados é auto-destrutiva e parte para a auto-mutilação. Desde o início, essa força instável ficou clara à Zorg, mas apaixonado, ele apenas observou a descida de Betty à loucura. Depois vieram as suas tentativas desesperadas para proteger este amor frágil. Ele a ama incondicionalmente, e faz de tudo para mantê-los juntos e não voltar à sua vida vazia de solitário. E age como louco, como Betty, para tentar salvá-la e a eles. Afinal, ela é a única que acredita nele, e a sua presença alegra e anima a sua vida de várias maneiras.

A sedutoramente vampiresca atriz francesa Béatrice Dalle recebeu sua grande chance no cinema quando vista em Champs Élysées por um fotógrafo que por sua vez, apresentou-a ao diretor de cinema Jean-Jacques Beineix que estava procurando uma atriz para o papel da instável heroína. Um bom exemplo de estar no lugar certo na hora certa. A belíssima trilha sonora é do libanês Gabriel Yared. Conhecido por suas melodias eróticas injetou combustível neste filme perturbador. Yared busca inspiração em vários gêneros e estilos, que vão de clássicos a folk, rock e jazz. ‘Betty Blue’ é uma mistura sexy de piano, sax e uso interessante e não enjoativo da eletrônica. A popularidade do compositor libanês aconteceu somente com os filmes ‘The Talented Mr Ripley’ e ‘The English Patient’, com o qual foi premiado com um Oscar.

betty blue
betty blue
betty blue
betty blue

gabriel yared - betty et zorg


soundtrack - betty blue (1986)

37º2 Le Matin (1986)

Tracklist
01. Betty Et Zorg 02. Des Orages Pour La Nuit 03. Cargo Voyage 04. La Poubelle Cuisine 05. Humecter La Monture 06. Le Petit Nicolas 07. Gyneco Zebre 08. Comme Les Deux Doights De La Main 09. Zorg Et Betty 10. Chile Con Carne 11. C' Est Le Vent, Betty 12. Un Coucher De Soleil Accroche Dans Les Arbes 13. Lisa Rock 14. Le Coeur En Skai Muave 15. Bungalow Zen 16. 37-2 Le Matin 17. Maudits Maneges

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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