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martin scorsese presents the blues ((update)

O Congresso dos Estados Unidos classificando o blues como um tesouro nacional, oficialmente declarou o ano de 2003 como o ‘Ano do Blues’. Além das inúmeras festividades, Martin Scorsese aproveitou para lançar o seu projeto mais ambicioso: sete filmes documentários para contar a história do blues, produzidos por ele e em cada um dos sete episódios, um diretor diferente, como Scorsese, fã incondicional do blues, explora uma etapa no desenvolvimento do blues.

martim scorsese - feel like going home    wim wenders - the soul of a man    richard pearce - the road to memphis    charles burnett - warming by the devil's fire
marc levin - godfathers and sons    mike figgis - red, white & blues    clint eastwood - piano blues

'Feel Like Going Home' (diretor - Martin Scorsese)
'The Soul of a Man' (diretor - Wim Wenders)
'The Road to Memphis' (diretor - Richard Pearce)
'Warming by the Devil's Fire' (diretor - Charles Burnett)
'Godfathers and Sons' (diretor - Marc Levin)
'Red, White & Blues' (diretor - Mike Figgis)
'Piano Blues' (diretor - Clint Eastwood)

Além dos filmes lançou a trilha sonora de cada filme. Não satisfeito, Scorsese lançou ainda uma série de discos dos maiores artistas da história do blues. E elegeu 12, baseado no seu gosto pessoal, que resumiriam um pouco da história deste estilo.

Os filmes baixe aqui
Trilha sonora dos filmes e os 12 álbuns aqui

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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