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ABC of the blues 18: robert johnson

robert johnsonRobert Johnson (1911 - 1938) foi cantor e guitarrista, um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é considerado uma importante referência para a padronização do consagrado formato de doze compassos para o blues. De todos os grandes músicos de blues, Robert Johnson foi provavelmente o mais obscuro. É freqüentemente citado como o maior cantor de blues de todos os tempos, ou mesmo como o mais importante músico do século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold, Charley Patton, e Peetie Wheatstraw e influenciou grandes artistas durante anos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton. Robert Leroy Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi e sua data de nascimento oficialmente aceita, 1911, provavelmente está errada. Em 1938 durante uma apresentação no bar ‘Tree Forks’ Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson, que estava tocando junto o alertou sobre o whisky. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois. Está é uma das várias versões populares para sua morte, outras dizem que morreu de sífilis ou que foi assassinado com arma de fogo. Robert Johnson foi um solitário enigmático, obcecado com a sua música a transformação abrupta de um cantor e guitarrista desajeitado em um cantor e guitarrista de grande intensidade alimentaram rumores de um pacto com o diabo, quando vendeu a sua alma na encruzilhada das rodovias 61 e 49 no Mississippi. Do inferno, Robert Johnson conheceu apenas o alcoolismo. E tudo o que é conhecido dele com certeza é que ele gravou apenas 29 músicas, em duas sessões de gravação em 1936 e em 1937, no Texas; que morreu jovem, com 27 anos; foi um dos grandes bluesmen do Delta do Mississippi; sua música tem proporcionado um protótipo para várias gerações de músicos de blues e rock; e suas canções permanecem atuais em inúmeras novas versões. Tudo o mais sobre a sua vida é uma tentativa de reconstrução. Tudo o que sabemos sobre Robert Johnson é que ele ele foi pura lenda. E ainda permanece entre as figuras mais evasivas na arte do século 20, e se os detalhes de sua vida são sombrios, sua música é brilhante.


Tracklist
01. Robert Johnson - They're Red Hot
02. Robert Johnson - 32-20 Blues
03. Robert Johnson - Preachin' Blues (Up Jumped the Devil)
04. Robert Johnson - Stop Breakin' Down Blues
05. Robert Johnson - I Believe I'll Dust My Broom
06. Robert Johnson - Sweet Home Chicago
07. Robert Johnson - Kindhearted Woman Blues
08. Robert Johnson - Ramblin' on My Mind
09. Robert Johnson - Crossroad Blues
10. Robert Johnson - Malted Milk
11. Robert Johnson - Love in Vain Blues
12. Robert Johnson - Honeymoon Blues
13. Robert Johnson - When You Got a Good Friend
14. Robert Johnson - Travelling Riverside Blues
15. Robert Johnson - Terraplane Blues
16. Robert Johnson - Dead Shrimp Blues
17. Robert Johnson - Walkin' Blues
18. Robert Johnson - From Four Till Late
19. Robert Johnson - Last Fair Deal Goin' Down
20. Robert Johnson - Me and the Devil Blues



robert johnson - sweet home chicago


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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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