página inicial

página inicial

etiqueta por artista



etiquetas por artistas e gravadoras





tommy bolin

tommy bolin

Thomas Richard Bolin foi mais uma daquelas perdas inestimáveis e irreparáveis para o rock. Tragicamente, tão promissora carreira foi interrompida em 1976, quando aos 25 anos de idade, Tommy Bolin é encontrado morto em um quarto de hotel em Miami, vítima de overdose de heroína, cocaína, lidocaína, morfina e álcool. 'Tommy Bolin' foi quem encarou uma das tarefas mais espinhosas da história do rock: substituir Ritchie Blackmore quando ele deixou o ‘Deep Purple’ pela primeira vez, em 1975. Este americano de Iowa e nascido Thomas Richard Bolin em 1951 aceitou o desafio e emprestou todo o swing de sua guitarra, mas não conseguiu manter a banda unida.

Tommy mostrou interesse pela música aos cinco anos de idade, quando assistiu uma apresentação ao vivo de Elvis Presley e, depois de se aventurar pela bateria e piano, acabou optando pela guitarra. O tímido e charmoso garoto que preferiu abandonar a escola ao invés de ter que cortar seu cabelo se mandou para Denver, no Colorado, onde montou sua primeira banda, o 'American Standard'. E foi um guitarrista único e um dos grandes talentos de sua época, transitava facilmente pelos mais variados estilos musicais: hard rock, blues, funk e jazz. Logo depois conheceu uma garota chamada Candy Givens, uma jovem vidrada em Janis Joplin. Com ela funda o 'Zephyr', grupo de projeção apenas local que lançou apenas dois álbuns com a guitarra de Bolin. Um dos maiores méritos da banda foi abrir um show do Led Zeppelin, que terminou com Jimmy Page impressionado com a performance do precoce Bolin. Logo depois entra no ‘Energy’, em seguida no ‘James Gang’ e em 1975 para o ‘Deep Purple’, e lança também seu primeiro álbum solo ‘Teaser’, um perfeito retrato de seu estilo de vida intenso e sempre perigoso.

Sua história é uma das mais dramáticas do rock. O abuso de drogas já vinha custando caro a Bolin. Ele perdeu contratos com a gravadora, além de ter sido expulso do Deep Purple pelo incidente do braço paralizado de Bolin, resultado de um pico mal dado, e que prejudicou a tour do Purple no Japão. As suas apresentações ao vivo não eram confiáveis e quando ninguém mais acreditava que pudesse ter uma carreira séria, ele contou com a ajuda de Jeff Beck, que concordou que Bolin abrisse alguns shows para ele. Disposto e sorridente posou para fotos com Jeff Beck. Infelizmente, seriam as suas últimas. Depois da sessão de fotos, Bolin seguiu para seu hotel onde morreu de overdose. Em 1996 o irmão de Tommy, John, começou a lançar no mercado músicas inéditas ou mesmo canções com arranjos diferentes das originais gravadas pelo guitarrista. Os álbuns ‘Whips and Roses’ e ‘Whips and Roses II’, lançados em 2006, fazem parte desse esforço para recuperar e preservar a memória de um guitarrista que, como muitos músicos, morreu antes de deixar um legado maior ao rock.

tommy bolin - savannah woman




‘Teaser’ abrange hard rock, jazz, reggae e música latina, freqüentemente mesclando esses estilos numa única canção. É considerado também por muitos como a melhor gravação de Tommy Bolin na sua curta carreira. 'Grind', 'Lotus', 'Marching Powder', 'Wild Dogs', a belíssima 'Dreamer' (com participação de Glenn Hughes) e a quase bossa nova 'Savannah Woman', Bolin era fã de música brasileira, são canções marcantes desse guitarrista fantástico.

tommy bolin - teaser (1975)

download:
Teaser (1975)


Tracklist
01. The Grind (Bolin, Cook, Sheldon e Tesar)
02. Homeward Strut (instrumental - Bolin)
03. Dreamer (Cook)
04. Savannah Woman (Bolin e Cook)
05. Teaser (Bolin e Cook)
06. People, People (Bolin)
07. Marching Powder (instrumental - Bolin)
08. Wild Dogs (Bolin e Tesar)
09. Lotus (Bolin e Tesar)

Com o término do ‘Deep Purple’, Tommy seguiu carreira solo, lançando mais um disco, 'Private Eyes', e seguiu excursionando com sua banda composta por ex-membros de bandas como Vanilla Fudge, Rare Earth e Mahavishnu Orchestra para promovê-lo.

Carmine Appice - bateria
Norma Jean Bell - saxofone, percussão, vocal
Bobby Berge - bateria
Tommy Bolin - guitarras, piano, vocal
Bobbye Hall - percussão
Reggie McBride - baixo, vocal
Mark Stein - teclados, vocal

Tommy Bolin - Private Eyes (1976)

download:
Private Eyes (1976)


Tracklist
01- Bustin' Out For Rosey
02- Sweet Burgundy
03- Post Tostee
04- Shake the Devil
05- Gypsy Soul
06- Someday Will Bring Our Love Home
07- Hello, Again
08- You Told Me That You Loved Me

Tommy Bolin - The Ultimate The Best of Tommy Bolin (1989)

The Ultimate: The Best of Tommy Bolin (1989)

download:
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Sail On
02. Cross the River
03. See My People Come Together
04. Showbizzy
05. Alexis
06. Standing in the Rain
07. Spanish Lover
08. Do It
09. Quadrant 4
10. Train
11. Time to Move On

Tracklist CD 2
01. Golden Rainbows
02. Nitroglycerine
03. Gettin' Tighter
04. Owed to "G"
05. You Keep on Moving
06. Wild Dogs
07. Dreamer
08. People, People
09. Teaser
10. Sweet Burgundy
11. Shake the Devil
12. Brother, Brother

Álbum gravado ao vivo no Ebbets Field em Denver nos dias 3 e 4 de Junho de 1974

Tommy Bolin (guitarra)
Jeff Cook (vocal)
Stanley Sheldon (baixo)
Bobby Berge, Russell Bizet (bateria)
Archie Shelby (percussão)

Tommy Bolin & Friends – Live at Ebbets Field 1974

download:
Tommy Bolin & Friends – Live at Ebbets Field 1974 (1997)


Tracklist
01. You Know, You Know
02. San Francisco River
03. Shakin' All Night
04. Whiskey Headed Woman
05. Walkin' My Shadow
06. Born Under a Bad Sign/Ain't No Sunshine
07. Crazed Fandango
08. Ain't Nobody's Fool
09. Homeward Strut
10. Honey Man
11. Stratus

Nenhum comentário:

Postar um comentário

fatos & fotos

Fatos & Fotos
Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

enquete



o que você prefere?

blues jazz soul pop rock erudita soundtrack