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regina carter

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Considerada uma das melhores violinistas de jazz da atualidade, Regina Carter começou a tocar piano aos quatro anos, mas subitamente mudou para o violino. Começou a carreira como violonista clássica e apesar de uma formação erudita adquirida em renomadas universidades e conservatórios musicais, interessou-se e preferiu seguir carreira no jazz. Tocando um instrumento cada vez mais raro no gênero, Regina Carter é uma violinista e cantora altamente original com rica e sofisticada técnica, uma das melhores. Nascida em Detroit, prima do famoso saxofonista James Carter, ao se formar, voltou a Michigan e fundou um quinteto de jazz só de mulheres, o ‘Straight Ahead’ no começo dos anos noventa. Depois de lançar três álbuns com o grupo, em 1994 Regina decidiu seguir carreira solo, iniciando uma escalada impressionante no universo jazzístico. Depois de trabalhar com gigantes do jazz, seu violino aparece em discos de Mary J. Blige e de Wynton Marsalis, gravou em 1997, o seu primeiro álbum, ‘Regina Carter’.

Sua mistura de R&B, pop e jazz confundiu jazzistas e deleitou os críticos. Em um cruzamento de gêneros, indo do pop ao mais erudito, é mais ligada à tradição afro-americana, por ser mais agressiva. Seu álbum seguinte ‘Something for Grace’ de 1997, foi dedicado à sua mãe, Grace, responsável pelo maior incentivo que Carter recebeu quando resolveu tocar jazz. ‘Motor City Moments" foi a sua melhor produção. Atualmente atua à frente de um quinteto: Mark Krose (clarineta), Xavier Davis (piano), Alvester Cesariny (bateria), Matt e Paroquial (contrabaixo). Inspirada em sua mãe, para quem tocava quando esta estava muito doente e nem sequer conseguia se comunicar, Regina tem desenvolvido o trabalho de tocar para doentes terminais, e ajudar essas pessoas a passar da vida para a morte. Grace adorava ouvir Carla Cook e Ella Fitzgerald, e nesses dias seus sinais vitais se estabilizavam. A música é algo poderoso. Nos países do Leste Europeu, eles sempre usaram a música como algo terapêutico.

regina carter - day dreamin' on the niger




Regina Carter - Something For Grace (1997)

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Something For Grace (1997)


Tracklist
01. Downtown Underground
02. Listen Here
03. Day Dreamin' On the Niger
04. Reflections
05. Something for Grace
06. Soul Eyes
07. Late Night Mood
08. I'll Write a Song for You
09. Hide & Seek ( Bahjee Bahjee )
10. Centro Habana

regina carter - I'll Be Seeing You A Sentimental Journey (2006)

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I'll Be Seeing You a Sentimental Journey (2006)


Tracklist
01. Anitra's Dance Listen
02. Little Brown Jug
03. Bei Mir Bist Du Schon
04. Sentimental Journey
05. You Took Advantage Of Me
06. St. Louis Blues
07. A-Tisket, A-Tasket
08. Blue Rose
09. This Can't Be Love
10. How Ruth Felt
11. There's A Small Hotel
12. I'll Be Seeing You

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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