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sonny boy williamson I e II

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sonny boy williamson I

Há várias confusões feitas em relação ao nome Sonny Boy Williamson, conhecido por todos que gostam ou conhecem o blues, é um nome sempre ligado à gaita de boca. Existem dois Sonny Boy Williamson, o mais jovem sendo o original cujo nome verdadeiro não é Rice Miller, como aparece na maioria dos discos e sim John Lee Williamson, nascido em Jackson, Tennessee. Como muitos negros do campo aprendeu sozinho a tocar a gaita. Decidindo conhecer o mundo viajou de carona com dois amigos. Trabalharam os três em botecos e espeluncas espalhados por Tennessee e Arkansas até que em 1934 o destino o levou a ficar em Chicago. Sua primeira gravação, ‘Good Morning, School Girl’, foi um sucesso em 1937, e ele tornou-se um sinônimo da gaita no blues nas décadas seguintes, fazendo de seu apelido um nome artístico usado comumente na época de seu assassinato em 1948. Sua técnica usada na gaita de boca deu ao instrumento a importância que ele nunca tivera antes. E seu estilo de cantar uma frase e respondê-la com a gaita foi reproduzido por quase todos os gaitistas depois dele.

sonny boy williamson I - lacey belle




Sonny Boy Williamson I - Complete Recorded Works in Chronological Order - Volume 1 Sonny Boy Williamson I - Complete Recorded Works in Chronological Order - Volume 2 Sonny Boy Williamson I - Complete Recorded Works in Chronological Order - Volume 3 Sonny Boy Williamson I - Complete Recorded Works in Chronological Order - Volume 4 Sonny Boy Williamson I - Complete Recorded Works in Chronological Order - Volume 5

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sonny boy williamson II

O segundo músico a surgir que adotou o nome Sonny Boy Williamson foi Aleck Ford, filho de Mille Ford e pai desconhecido e nasceu em Glendora no Mississippi em 1899. Sua mãe depois se juntou com James Miller que adotou e corrigiu o nome de Aleck Ford para Alex Miller. Por ter um corpo extremamente fino, apelidaram-no de Rice (arroz). Esta é a razão de se encontrar tantos nomes relacionados a ele. Rice aprendeu a tocar a gaita aos cinco anos e também sozinho, como o primeiro Sonny Boy Williamson, e tocava em festas usando o nome de Little Boy Blue. Nessa época, já interpretava canções religiosas e polcas. Pouco se sabe sobre a sua infância. Sempre se recusou a falar sobre sua juventude. O que se tem, são lendas e hipóteses. Nada mais condizente com uma carreira no blues que uma vida envolta em mistério. Já nasceu como um mito, sem passado, sem presente, sem futuro. Apenas um nome no cenário do blues de algum lugar do Mississipi.

sonny boy williamson II - King Biscuit TimeNa década de vinte, ele começa a ser visto vagando pelo sul dos EUA. Saiu de carona pelo mundo, tocando nos estados de Mississippi e Arkansas, seguindo depois para Louisiana, Missouri e Tennessee. Usou vários nomes artísticos, desde os óbvios Alex e Rice Miller como os menos conhecidos Willie Williamson, Willie Williams e Willie Miller entre outros. Em 1941 ele passou a usar o nome Sonny Boy Williamson, aproveitando a fama já contida no nome. Consegue um trabalho no programa de rádio 'King Biscuit Time' na cidade de Helena, bancado por uma empresa alimentícia, fato que contribuiu para tornar este Sonny Boy Williamson em uma celebridade entre Arkansas, Tennessee e o delta do Mississippi. Mas a sua participação no programa durou pouco. Bastava aparecer mulheres, álcool e cartas para que Sonny Boy desaparecesse sem aviso, sumindo durante meses, algumas vezes por mais de um ano. Ressurgia de surpresa em outro lugar, tocando em alguma rádio, somente para sumir novamente. Foi somente em 1951 que sua história dentro do blues iniciou-se, gravando seu primeiro disco de 78 rotações intitulado ‘Eyesight to the blind’. Sua passagem pelos discos não foi menos conturbada, sempre pedindo dinheiro para em seguida desaparecer sem aviso.

Na década de sessenta foi à Inglaterra, tornando-se junto com Muddy Waters, o bluesman que fez com que os ingleses deixassem o jazz para abraçar o blues. Em 1963 gravou junto com os 'The Animals' e com os 'Yardbirds' gravou ao vivo no 'Crawdaddy Club' de Richmond, Surrey. Dizem que além de sua habilidade com o instrumento, reza a lenda que era capaz de colocar sua gaita inteira na boca e ainda tirar notas precisas. Era também um típico contador de caso, exagerando fatos e aumentando proezas para o deleite dos ouvintes. Levou o seu blues não só para a Inglaterra, mas também para a França, Alemanha, Dinamarca, e até a Polônia. Rice Miller, o segundo Sonny Boy Williamson é certamente o mais famoso entre os dois. Foi o que mais gravou discos, mais viajou, mais viveu. Na tradição do nome Sonny Boy Williamson, é chamado de o ‘Rei da Gaita’. Morreu em maio de 1965 em Helena, capital de Arkansas, foi encontrado morto em seu apartamento, aos 65 anos de idade morreu de causas naturais. Na noite anterior, como sempre fazia, estivera tocando e bebendo num bar.

Para diferenciar os dois Sonny Boy Williamson, a maioria dos historiadores passou a chamá-los de Sonny Boy Williamson I e II. Se John Lee Williamson (o primeiro Sonny Boy Williamson) foi quem elevou o status da gaita em uma banda, tamanha a técnica que possuía, foi Rice Miller (o segundo Sonny Boy Williamson) quem desenvolveu esta técnica ainda mais e quem a levou para os cantos mais distantes do planeta, onde o blues jamais havia chegado antes, levando o instrumento a ser explorado como nunca antes fora.

'Bring It On Home', foi originalmente escrita por Willie Dixon e gravada por Sonny Boy Williamson II em 1963. Ela também aparece no álbum 'Led Zeppelin II', o segundo álbum da banda de rock britânica, lançado em 1969. Robert Plant está claramente tentando imitar o estilo vocal de Sonny Boy Williamson II na abertura e no encerramento. Em 1972, houve um processo contra a banda, alegando que tinham plagiado Willie Dixon e um acordo foi alcançado fora do tribunal.

sonny boy williamson II - bring It on home




Sonny Boy Williamson – The Chess Years (1991)

The Chess Years (1991)

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sonny boy williamson & the yardbirds (1965)

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Sonny Boy Williamson & The Yardbirds (1965)




The Animals & Sonny Boy Williamson (1975)

The Animals with Sonny Boy Williamson (1975)

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

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Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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