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Maria Muldaur

Maria esteve no epicentro da florescente música folk no inicio dos anos 60, e a atração desta excitante nova música foi forte. Durante o mesmo período, descobriu o bluegrass, e este gênero musical inspirou Maria a aprender a tocar o violino. Nascida como Maria Grazia Rosa Domenica D'Amato em 1943, na cidade de Nova Iorque e criada no Greenwich Village, quando criança adorava ouvir música country e começou a cantar com sua tia quando tinha cinco anos. Durante sua adolescência, seu gosto musical mudou para R&B e rock and roll, e na escola formou, com algumas meninas, o grupo ‘The Cashmeres’. Sua carreira profissional deu-se no início dos anos 1960 como Maria D'Amato, quando foi convidada para se juntar ao ‘Even Dozen Jug Band’, um grupo que incluía John Sebastian, David Grisman, e Stefan Grossman. Durante este tempo, ela fez parte do cenário de Greenwich Village, que incluiu Bob Dylan, e algumas das suas recordações do período, especialmente no que diz respeito a Dylan, aparecem no documentário ‘No Direction Home’ de Martin Scorsese de 2005. Nesta mesma época começou um curso de blues, particularmente da cena de Memphis e contou com Memphis Minnie como uma de suas principais influências. Com a lendária cantora Victoria Spivey aprendeu as sutilezas de cantar blues.

Em 1964 Maria D'Amato mudou-se para Cambridge, e rapidamente se juntou ao ‘Jim Kweskin & His Jug Band’ que incluía o seu futuro marido, Geoff Muldaur. Quando o grupo se desfez, Maria e Geoff Muldaur, já casados, permaneceram com sua gravadora e gravaram juntos, como Geoff & Maria Muldaur. Ela começou sua carreira solo quando seu casamento terminou em 1972, mas manteve seu nome de casada, lançando o disco de ouro ‘Midnight At The Oasis’. Com 40 anos como intérprete, viveu mergulhada nas raízes da música americana quer se trate de blues, gospel, country, folk, R&B ou jazz. Embora estas influências estivessem presentes em suas gravações dos anos 70, condizentes com seu passado folkie de Greenwich Village, Muldaur apenas desenvolveu seu próprio estilo nos anos 90, fascinada pelos sons de Louisiana. Heroína da música americana de raiz, Maria Muldaur está voltando a seus dias de jug band tendo gravado o novo álbum 'Good Time Music for Hard Times' de 2009, com a presença de seus antigos companheiros da ‘Even Dozen Jug Band’, David Grisman e John Sebastian. As suas raízes musicais são tão profundas quanto variadas, como o bairro boêmio Greenwich Village onde ela cresceu. Maria Muldaur desafia qualquer definição para o seu estilo musical.

maria muldaur - rockin' chair



maria muldaur - 30 years of maria muldaur (2004)

30 Years of Maria Muldaur: I'm a Woman (2004)

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parte I    parte II

Tracklist
01. I'm a Woman
02. Midnight at the Oasis
03. My Tennessee Mountain Home
04. Work Song
05. Rockin' Chair
06. It Ain't the Meat (It's the Motion)
07. Don't You Make Me High (Don't You Feel My Leg)
08. Three Dollar Bill
09. Cajun Moon
10. Louisiana Love Call
11. Best of Me
12. It Feels Like Rain
13. Me and My Chauffeur Blues - Maria Muldaur, Roy Rogers
14. Gee Baby, Ain't I Good to You - Charles Brown, Maria Muldaur
15. Get Up, Get Ready
16. Somebody Was Watching Over Me - Maria Muldaur, Bonnie Raitt
17. Well, Well, Well
18. Soul of a Man - Taj Mahal, Maria Muldaur
19. It's a Blessing - Maria Muldaur, Bonnie Raitt

Maria Muldaur - Good Time Music for Hard Times (2009)

Good Time Music for Hard Times (2009)

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parte I    parte II

Tracklist
01. Diplomat
02. Shake Hands and Tell Me Goodbye
03. Shout You Cats
04. Ghost of St Louis Blues
05. Let It Simmer
06. Sweet Lovin' Ol' Soul
07. Medley: Life's Too Short/When Elephants Roost in Bamboo Trees
08. Garden of Joy
09. He Calls That Religion
10. I Ain't Gonna Marry
11. Bank Failure Blues
12. Panic Is On

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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