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soundtracks by vangelis

vangelis

Nascido como Evangelos Odyssey Papathanassiou na Grécia, ele começou a tocar piano aos quatro anos de idade, dando seu primeiro concerto, com músicas próprias, apenas dois anos mais tarde. Nos anos 60 mudou-se para Paris, onde formou a banda grega de rock progressivo ‘Aphrodite's Child’ formada em 1968, composta pelo vocalista Demis Roussos e o baterista Loukas Sideras. Algum tempo depois estabeleceu-se em Londres, e após a dissolução do grupo, em 1970, Vangelis iniciou sua rica carreira solo. Apesar da base de sua música ser formada por teclados, o compositor também toca flauta, bateria, xilofone e diversos instrumentos de percussão. Vangelis raramente apresenta-se em público ou dá entrevistas. Seu local preferido é o estúdio, onde compõe e grava álbuns solo ou com parceiros como Demis Roussos e Jon Anderson, bem como trilhas sonoras.

Dificilmente alguém não conhece suas músicas: além dos filmes, elas são freqüentemente usadas como trilhas de comerciais. A trilha de ‘Carruagens de Fogo’ (1981) valeu um Oscar, e transformou-se em hino para os Jogos Olímpicos. Na famosa série de TV ‘Cosmos’ foram usadas muitas composições de Vangelis, principalmente do álbum ‘Heaven and Hell’ (1975). Tendo realizado suas principais trilhas para Ridley Scott, Costa Gavras e cineastas de vários países, Vangelis inicialmente compôs para filmes franceses. Nos anos 70, ele compôs para ‘Salut, Jerusalem’, ‘L'Apocalypse Des Animaux’, ‘Crime and Passion’, ‘La Fete Sauvage’, ‘Entends-Tu les Chiens Aboyer’, entre outros.

aphrodites childNa década de 80, no auge de sua carreira, vieram ‘Carruagens de Fogo’, ‘Blade Runner’, ‘Desaparecido’, ‘Pablo Picasso’, ‘Antártica’, ‘O Ano em que Vivemos Perigosamente’, ‘O Grande Motim’, etc. Nos anos 90, com a volta das trilhas orquestrais, a música de Vangelis ficou um pouco esquecida, porém fez-se presente em ‘1492: A Conquista do Paraíso’ e ‘Lua de Fel’. Mas, sem dúvida alguma, foi através de sua parceria de 1982 com Ridley Scott que o músico grego obteve sua maior consagração de público e crítica, até agora. As imagens sombrias e melancólicas de ‘Blade Runner’, que descrevem o caminho do caçador de Andróides Rick Deckard rumo a uma nova visão da vida, esteja ela em um corpo orgânico ou sintético, foram a gênese de uma música mais do que inspirada de Vangelis. Muitos foram os percalços e dificuldades enfrentados por Ridley Scott na produção do seu moderno clássico ‘Blade Runner’.

Nenhuma discussão ou polêmica, contudo, houve quanto à escolha do compositor que criaria uma das mais climáticas músicas da história do cinema: Vangelis, que à época (1982), já era um renomado compositor e tecladista, especializado em música instrumental. Afinal, se ‘Blade Runner’ hoje é um clássico, muito do mérito deve ser dado ao trabalho de Vangelis, que compôs melodias que tocam a alma de quem assiste ao filme. Através de melodias interpretadas nos mais variados teclados eletrônicos, Vangelis mostrou-se capaz de criar verdadeiras imagens sonoras, característica que torna sua música perfeita para o cinema. O trabalho de Vangelis, hoje, pode ser classificado como ‘new age’, apesar de sua música preceder, e até mesmo transcender, a este gênero. (fonte: compositores)

love theme (from 'blade runner')



Odyssey The Definitive Collection (2003)

Odyssey: The Definitive Collection (2003)

download:
parte I    parte II

Tracklist
01. Pulstar
02. Hymne
03. Main Theme (From 'Chariots of Fire')
04. Main Theme (From 'Missing')
05. Love Theme (From 'Blade Runner')
06. End titles (From 'Blade Runner')
07. The Tao Of Love
08. Main Theme (From 'Antarctica')
09. Main Theme (From 'Cavafy')
10. Opening Titles (From 'Mutiny on The Bounty')
11. Conquest of Paradise
12. La Petite Fille De La Mer (From 'L'Apocalypse Des Animaux')
13. L'Enfant
14. Alpha
15. Celtic Dawn (New Track)
16. Movement L (From 'Mythodea')
17. I'll Find My Way Home
18. State of Independence

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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