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albert king

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Canhoto, Albert Nelson tocava sua guitarra virada de forma que as cordas graves ficavam para baixo e usando suas próprias afinações criou um som distinto e altamente influente tornando-se o bluesman Albert King. Ao lado de Freddie King e B.B King, integra a grande tríade do blues, um dos principais nomes da guitarra elétrica. Ele foi um mestre do solo em única corda e podia produzir um som de blues atormentado que definiu o seu estilo para além de seus contemporâneos. Junto com B.B. King e Muddy Waters, Albert King ajudou a nutrir o interesse dos brancos pelo blues quando essa música mais precisava de apoio para sobreviver e por quatro décadas desfrutou de uma carreira de sucesso de ampla aceitação crítica e comercial por todo o mundo. Os solos do grande canhoto do blues na sua Gibson Flying V nutriam admiradores como Eric Clapton, Luther Allison, Stevie Ray Vaughan, Mike Bloomfield, Taj Mahal e Jimi Hendrix. O solo de Eric Clapton na música ‘Strange Brew’ quando tocava no ‘Cream’, é uma cópia nota-a-nota do solo de King na música ‘Oh! Pretty Woman’.

albert kingDe uma família humilde de Indianola, Mississipi, nasceu em uma plantação de algodão onde trabalhou na sua juventude. Uma de suas primeiras influências musicais foi o pai, Will Nelson, que tocava guitarra. Durante sua infância, ele também cantava gospel em uma igreja local. Inspirado por Blind Lemon Jefferson, Albert foi cantar em um grupo gospel que o levou ao blues e começou sua carreira profissional no Arkansas, no grupo ‘In the Groove Boys’, antes de migrar para o norte no começo de 1950. Por um tempo, Albert tocou bateria com Jimmy Reed e em 1953, ele convenceu Al Benson, proprietário do selo Parrot, a gravá-lo como cantor de blues e guitarrista. King apenas se tornou uma figura importante do blues, depois de assinar com a Stax Records, em 1966. Tocando no grupo ‘Booker T. & the MG´s’, Albert King criou um som de blues com influencias do soul de Memphis. Foi o primeiro artista a tocar blues no lendário palco de rock do ‘Fillmore West' de San Francisco, como também compartilhou, em 1968, a noite de abertura com Jimi Hendrix e John Mayall. King tornou-se uma constante no Fillmore e foi um dos primeiros bluesmen a gravar com uma orquestra sinfônica. Em 1969, se apresentou no ‘St. Louis Symphony’, que reúne os blues e música clássica. King foi incluído no ‘Blues Hall of Fame’ em 1983 e continuou em turnês até o início de 1990, tocando em festivais e concertos. Morreu de um colapso cardíaco em 1992, em Memphis, Tennessee, pouco antes de iniciar uma turnê européia.

albert king - be on your merry way



albert king - the ultimate collection (1993)

The Ultimate Collection (1993)

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CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Be on Your Merry Way
02. Murder
03. Little Boy Blue
04. C.O.D.
05. Worsome Baby
06. Lonesome
07. You Threw Your Love on Me Too Strong
08. Laundromat Blues
09. Overall Junction
10. Oh, Pretty Woman (Can't Make You Love Me)
11. Funk-Shun
12. Crosscut Saw
13. Down Don't Bother Me
14. Born Under a Bad Sign
15. Personal Manager
16. Very Thought of You
17. Hunter
18. I Almost Lost My Mind
19. As the Years Go Passing By
20. Cold Feet
21. You Sure Drive a Hard Bargain
22. (I Love) Lucy
23. You're Gonna Need Me
24. Blues at Sunrise [Live]

Tracklist CD 2
01. Blues Power [Live]
02. She Caught the Katy (And Left Me a Mule to Ride)
03. Angel of Mercy
04. I'll Play the Blues for You, Pts. 1 & 2
05. Answer to the Laundromat Blues
06. Breaking up Somebody's Home
07. I Wanna Get Funky
08. Cold Women With Warm Hearts
09. Cadillac Assembly Line
10. Ain't Nothing You Can Do
11. Call My Job
12. Good Time Charlie
13. We All Wanna Boogie
14. Feeling
15. Phone Booth

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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