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electric light orchestra

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‘The Electric Light Orchestra’ ou ELO, abreviatura adotada pela própria banda, foi um dos grupos mais inovadores da década de 1970, e teve suas origens no grupo ‘The Move’, uma das bandas mais enigmáticas e controversas da Inglaterra do final dos anos 60. É difícil imaginar que um grupo tão invulgar, famoso por quebrar aparelhos de televisão e pianos, daria origem ao ‘Electric Light Orchestra’. Roy Wood, conhecido por suas extravagâncias, Jeff Lynne e Bev Bevan, estavam à frente do ‘The Move’ quando surgiu a idéia de um novo caminho, com um som mais complexo, aproveitando a onda progressiva que tomava conta do rock nessa época. Ao invés de usar teclados ou mellotron, a idéia era misturar rock com sons de música clássica, traços de música medieval e folk, e muita psicodelia. Jeff Lynne tocava guitarra, piano, e era vocalista. Rick Price era o baixista. Roy Wood além de guitarra acrescentou violoncelo, fagote, flauta doce, clarinete e até oboé. O trompetista Bill Hunt e o violinista Steve Woolam foram convidados a fim de explorar a sonoridade e os arranjos clássicos.

roy woodDisputas contratuais levaram à extinção do ‘The Move’, mas antes que a banda terminasse, o trio remanescente gravou em 1971, o que se tornaria o primeiro álbum do ELO, o ‘Electric Light Orchestra’, um clássico do rock progressivo que alcançou as paradas britânicas, atingindo o Top 10 da época com a música ‘10538 overture’. Bem avaliado pela crítica, o álbum não obteve boas vendas como também, a turnê da nova banda não foi bem sucedida. Nos shows perdia-se muito tempo com a troca de instrumentos e as turbulências surgiram entre os dois líderes, resultando com a saída de Roy Wood, o mentor e principal líder e o que executava a maioria dos instrumentos. Wood saiu para fundar sua banda ‘Wizzard’. Mas Jeff Lynne mostrou a sua força, assumiu os vocais e com novos membros entre os quais o tecladista e esporadicamente guitarrista Richard Tandy e o baixista Kelly Grouncut, importante também nos vocais de apoio, a banda lançou em 1973, o segundo álbum ‘ELO II’ o último registro progressivo do grupo. Nesse álbum eles regravaram o clássico de Chuck Berry: ‘Roll Over Beethoven’. Em 1974 gravaram o famoso ‘Eldorado’ que apesar do sucesso alcançado, a banda continuava conhecida por poucas pessoas e apreciada por menos pessoas ainda.

 Jeff LynneOs shows eram intensos, com cenários grandiosos e efeitos de luz, mas os integrantes eram pacatos, não seguiam os padrões glam da época, não usavam roupas rasgadas e não tinham tatuagens. Em 1975 lançaram ‘Face the Music’. Em 1977, ‘Out of the Blue’, considerado uma obra prima do ELO. Em 1979 é lançado com grande sucesso o ‘Discovery’. Logo depois Jeff Lynne faz a trilha sonora para o filme ‘Xanadu'. Nos anos 80 Lynne auxiliou na produção e gravação do disco ‘Cloud Nine’ de George Harrison. Colaborou também com Roy Orbisom, Bob Dylan e Tom Petty. Em 1988 Bev Bevan formaria o ‘Eletric Light Orchestra II’ com Neil Lockwood, o tecladista Eric Troyer e o baxista Pete Haycock e uma série de álbuns ao vivo foi lançada com a banda tocando com a ‘Orquestra Sinfônica de Moscou’. Na década de 90 Jeff Lynne lançou seu primeiro disco solo, e passou o resto da década produzindo material para artistas como Joe Cocker, Tom Jones e Paul McCartney, além de ter trabalhado no projeto ‘Beatles Anthology’. O último álbum feito pelo ELO foi o ‘Zoom’, lançado em 2001.

electric light orchestra - alright



Electric Light Orchestra - The Gold Collection (1996)

The Gold Collection (1996)

download:
parte I    parte II

Tracklist
01. 10538 Overture
02. Mr. Radio
03. All Over the World (Showdown Early Version)
04. Look at Me Now
05. Manhattan Rumble (49th. Street Massacre)
06. In Old England Town (Boogie No.2)
07. My Woman (Ma Ma Ma Belle Early Version)
08. Roll Over Beethoven
09. The Battle of Marston Moor (July 2nd. 1644)
10. Queen of The Hours
11. Showdown (Single Version)
12. First Movement (Jumping Biz)
13. Whisper on The Night
14. Momma

Electric Light Orchestra - The Essential  (2003)

download:
The Essential (2003)


Tracklist
01. Evil Woman
02. Do Ya
03. Can't Get It Out Of My Head
04. Mr. Blue Sky
05. Strange Magic
06. Livin' Thing
07. Turn to Stone
08. Sweet Talkin' Woman
09. Telephone Line
10. Shine A Little Love
11. Hold On Tight
12. Calling America
13. Rock and Roll Is King
14. Don't Bring Me Down
15. Roll over Beethoven

Electric Light Orchestra – Greatest Hits (Star Mark Compilations)

Greatest Hits (Star Mark Compilations) (2008)

download: CD 1
parte I    parte II

download: CD 2
parte I    parte II

Tracklist CD 1
01. Alright
02. Turn To Stone
03. Twilight
04. Secret Messages
05. Ticket To The Moon
06. Evil Woman
07. Livin’ Thing
08. Just For Love
09. Xanadu [New Version]
10. Love Changes All
11. Ordinary Dream
12. Last Train To London
13. Now You’re Gone
14. Moment In Paradise
15. Four Little Diamonds
16. Strange Magic
17. Showdown
18. Telephone Line
19. Don’t Bring Me Down
20. Mr. Blue Sky

Tracklist CD 1
01. Helpless
02. Sweet Talkin’ Woman
03. Shine A Little Love
04. A Long Time Gone
05. So Serious
06. All Over The World
07. I’m Alive
08. Calling America
09. Can’t Get It Out Of My Head
10. The Diary Of Horace Wimp
11. Confusion
12. Melting In The Sun
13. Every Little Thing
14. Stranger On A Quiet Street
15. Don’t Say Goodbye
16. It Really Doesn’t Matter
17. Great Balls Of Fire
18. Rock & Roll Is King
19. Hold On Tight
20. Do Ya
21. 10538 Overture
22. Roll over Beethoven

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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