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them crooked vultures

Them Crooked Vultures’

Individualmente eles foram membros de uma lista excepcional de bandas, mas juntos são uma das mais recentes uniões que resultou em um incrível grupo de curioso nome, ‘Them Crooked Vultures’, uma das bandas mais cultuadas do momento e que parece destinada a se tornar uma força no rock. Se você nunca ouviu falar, certamente, você conhece seus integrantes: no baixo, um ex-Led Zeppelin, o mítico John Paul Jones; na bateria, Dave Grohl, ex-Nirvana e líder dos ‘Foo Fighters’ e na guitarra e no vocal, Josh Stone, do Queens Of The Stone Age. Trata-se do que se convencionou chamar, no rock, de superbanda, unindo músicos famosos por trabalhos anteriores ou paralelos. O trio lançou seu disco de estréia e tem feito shows concorridos na Inglaterra e depois nos EUA. O som é um rock pesado e os três demonstram suas inegáveis qualidades. A história começou na festa de aniversário de Dave Grohl, que se tornou famoso como o baterista do ‘Nirvana’, e mais tarde como vocalista do ‘Foo Fighters’. Entre os convidados estavam John Paul Jones do ‘Led Zeppelin’ e Josh Homme dos ‘Queens of the Stone Age’. A festa foi em um restaurante no sul da Califórnia, caracterizado como um castelo medieval. Enquanto os comensais eram entretidos com lutas de espadas e duelos e o trio conversava sobre dragões surgiu a idéia de uma nova banda.

Them Crooked Vultures’Depois desse encontro inicial, decidiram testar se a química entre eles existia realmente, uma espécie de exploração da musicalidade em conjunto. Era uma chance para os dois jovens músicos tocarem com uma das maiores estrelas dos anos 70. John Paul Jones é o elemento-chave da banda. Para Dave Grohl, era também uma oportunidade de regressar ao seu antigo instrumento: a bateria. Por 15 anos, ele tocou guitarra e cantou com o ‘Foo Fighters’. Em agosto de 2009, eles fizeram um punhado de apresentações ao vivo sem aviso prévio, incluindo um na Brixton Academy de apoio a ‘Arctic Monkeys’, cujo mais recente álbum Josh Homme produziu. Em seguida, eles lançaram seu álbum de estréia auto-intitulado, sem nenhuma fanfarra promocional. O plano era deixar a música falar por si só, seguros de que ela era excepcionalmente boa, poderosa, habilmente construída e com ritmos inteligentes. Na apresentação no Paramount Theatre em Seattle, para cada membro, a ruptura com as outras bandas das quais participaram foi sensivelmente notada. Fora do teatro, antes do show, John Paul Jones foi abordado por um pai muito animado que viu ‘Led Zeppelin’ em meados de 1970 no Coliseu de Los Angeles, quando tinha 12 anos, e agora estava lá com o seu filho de 12 anos de idade, em prontidão para ouvir ‘Them Crooked Vultures‘. Para John Paul Jones, foi uma alegria voltar à estrada novamente. Ninguém acreditava que ele faria mais qualquer coisa, pois, ele realmente não queria se juntar a nenhuma outra banda depois ‘Led Zeppelin’, por imaginar que nada jamais seria tão bom como ‘Led Zeppelin’. Ao invés disso, Jones mergulhou na música experimental com dois álbuns solo, e vinha trabalhando como produtor até a fugaz reunião do Led Zeppelin em 2007, ao lado de Robert Plant, Jimmy Page e Jason Bonham, filho do falecido John Bonham. A maioria desses projetos Frankenstein de super bandas não duram muito tempo, mas ‘Them Crooked Vultures’ soa como se fosse algo novo, revigorante.

them crooked vultures - scumbag blues



them crooked vultures (2009)

Them Crooked Vultures (2009)

download:
parte I    parte II

Tracklist
01. No One Loves Me & Neither Do I
02. Mind Eraser, No Chaser
03. New Fang
04. Dead End Friends
05. Elephants
06. Scumbag Blues
07. Bandoliers
08. Reptiles
09. Interlude With Ludes
10. Warsaw, Or The First Breath You Take After You Give Up
11. Caligulove
12. Gunman
13. Spinning In Daffodils

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Chuva não desanimou e Ozzy fez apresentação empolgante em São Paulo

Ozzy OsbourneCom pontualidade inglesa teve início, as 21h30 de sábado, 03/04/2011, o show de Ozzy Osborne na Arena Anhembi, São Paulo. Trinta mil pessoas assistiram por uma hora e meia um senhor de 62 anos correr, pular, lançar jatos de espuma na platéia, tomar banho de balde e cantar com a mesma voz de antigamente sucessos como "War Pigs" e "Fairies Wear Boots". De início, "Bark at the Moon" levou o público a uivar para uma lua inexistente, encoberta pela chuva que caia de maneira intermitente. Capas eram colocadas e retiradas, mas ninguém parecia se importar. Ozzy mandou a chuva "se danar", todos riram e concordaram. Com "Mr Crowley" a Arena foi transformada em um verdadeiro mar de mãos fazendo chifrinhos, gesto comum em shows de rock. Os mais inspirados usavam adereços luminosos na cabeça.

Com mais de uma hora de apresentação e caminhando para o fim, um morcego de plástico foi lançado no palco. Ozzy, no meio de "Iron Man", foi até lá, colou o brinquedo na boca e fez graça por alguns segundos, remetendo ao incidente de 1982 em que mordeu um morcego real pensando ser de plástico. No bis, a platéia foi instigada a pedir mais uma música. "No More Tears", muito pedida, ficou de fora. Entraram "Mama, I'm Coming Home" e "Paranoid", que, como em Porto Alegre no último dia 31 de março, fechou o show em grande estilo. Na Avenida Olavo Fontoura, transformada em uma enorme calçada pela multidão que começava a voltar para casa, muitos cantavam as músicas que tinham acabado de ouvir, alguns comiam, outros comentavam que os pés estavam encharcados, mas ninguém reclamava do show. Faça chuva ou faça sol, Ozzy agrada a todos. Dia 5 de abril é a vez de Brasília. (fonte: FolhaOnLine)

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